Cacau do Sul da Bahia: a origem dos chocolates Haoma

Cacau do Sul da Bahia: a origem dos chocolates Haoma

Antes da barra, do bombom, do Nuage ou de qualquer outra criação Haoma, existe o cacau.

Na Haoma, trabalhamos com cacau 100% brasileiro, cultivado no Sul da Bahia. É nessa origem que começa uma jornada que passa pelo cultivo, pela colheita e por diferentes etapas de transformação até chegar ao chocolate.

Conhecer de onde vem a nossa matéria-prima também ajuda a entender por que fermentação, secagem, seleção e torra têm tanta importância no resultado final.

Porque muito do que percebemos no aroma, na textura e no sabor começa a ser construído antes mesmo de o cacau chegar à fábrica.

Por que o cacau do Sul da Bahia é o ponto de partida da Haoma?

É no Sul da Bahia que começa a história do cacau utilizado pela Haoma.

Antes de pensarmos em receitas, recheios ou combinações, existe uma matéria-prima que precisa ser cultivada, colhida e preparada para seguir sua transformação.

O cacau carrega características relacionadas à sua origem, ao ambiente onde foi cultivado e aos cuidados recebidos ao longo do processo.

Por isso, saber de onde ele vem não é apenas uma informação sobre procedência.

É parte da história do chocolate.

Do fruto à amêndoa: como começa o processo do cacau

O cacau nasce em frutos que crescem diretamente no tronco e nos galhos do cacaueiro.

Depois da colheita, acontece a quebra do fruto. Em seu interior estão as sementes envolvidas pela polpa, que darão origem às amêndoas de cacau utilizadas na produção do chocolate.

Mas a transformação está apenas começando.

Antes da torra, da moagem ou do desenvolvimento de uma receita, essas sementes ainda passarão por etapas fundamentais para a construção de suas características.

Fermentação do cacau: onde aromas e sabores começam a se desenvolver

Depois que as sementes são retiradas do fruto, começa a fermentação do cacau.

Durante esse processo, acontecem transformações importantes na matéria-prima que contribuem para o desenvolvimento das características que poderão ser percebidas mais tarde no chocolate.

Tempo, acompanhamento e conhecimento fazem diferença nessa etapa.

Por isso, a fermentação não funciona apenas como uma passagem entre a colheita e a secagem. Ela faz parte da construção da identidade daquele cacau.

É um dos motivos pelos quais, no processo bean-to-bar, entender o chocolate significa também conhecer aquilo que aconteceu antes de ele chegar à fábrica.

Secagem do cacau: preparando as amêndoas para as próximas etapas

Depois da fermentação, as amêndoas seguem para a secagem ao sol.

Nesse momento, elas perdem umidade gradualmente e passam a adquirir as características das amêndoas de cacau que seguirão para as próximas etapas do processo.

Fermentação e secagem trabalham em sequência e exigem atenção.

O resultado do chocolate não depende apenas daquilo que acontece durante sua fabricação. Ele também carrega as consequências dos cuidados dados à matéria-prima desde a origem.

A seleção das amêndoas de cacau faz diferença

Ao longo da jornada do cacau, selecionar também faz parte do processo.

Existe atenção desde os frutos até as amêndoas que seguirão adiante.

É uma verdadeira seleção da seleção da seleção.

Esse cuidado importa porque a qualidade da matéria-prima influencia tudo o que vem depois.

Antes de existir uma receita bem desenvolvida, é preciso existir um cacau à altura dela.

Da fazenda para a fábrica: como o cacau se transforma em chocolate

Depois de fermentadas, secas e selecionadas, as amêndoas entram em uma nova fase de transformação.

Na fábrica, uma das etapas é a torra do cacau, que contribui para o desenvolvimento de seus aromas e prepara as amêndoas para os processos seguintes.

Depois da torra, a casca é separada e chegamos aos nibs de cacau, pequenos fragmentos da amêndoa.

Ao serem processados, esses nibs dão origem à massa de cacau, que será utilizada na construção do chocolate.

A partir daí, etapas como refino e conchagem trabalham textura, equilíbrio e percepção de sabor até que o cacau chegue cada vez mais perto da forma que conhecemos.

É a transformação da amêndoa em chocolate.

O que a origem do cacau muda no chocolate?

Quando conhecemos a origem do cacau, entendemos que o chocolate não começa na embalagem.

Ele é resultado de uma sequência de etapas:

o cultivo, a colheita, a fermentação, a secagem, a seleção, a torra e todas as decisões tomadas depois delas.

Cada parte contribui de uma maneira diferente para o resultado final.

É essa relação próxima com a matéria-prima que também está por trás do conceito de chocolate de origem.

Conhecer o cacau significa conhecer um pouco mais sobre aquilo que estamos provando.

Cacau de origem e chocolate bean-to-bar

Bean-to-bar significa “da amêndoa à barra” e representa um modelo de produção em que o chocolate é acompanhado desde sua matéria-prima até o produto final.

Para a Haoma, essa relação começa justamente no cacau brasileiro do Sul da Bahia.

Conhecer sua origem, compreender suas transformações e acompanhar as etapas de produção permite olhar para o chocolate por inteiro.

O cacau pode seguir caminhos muito diferentes depois disso.

Pode se transformar em uma barra.

Pode envolver um Biscottino.

Pode ganhar recheio em um bombom.

Pode encontrar a delicadeza de um Nuage.

Pode fazer parte de uma paçoca ou ganhar cremosidade em um Cream.

Produtos diferentes, receitas diferentes e experiências diferentes.

Mas todos partem da mesma origem: o cacau.

A origem faz parte de cada Haoma

Para nós, falar sobre chocolate também é falar sobre tudo aquilo que existe antes dele.

Sobre o lugar onde o cacau é cultivado.

Sobre as pessoas e os processos envolvidos em sua transformação.

Sobre o tempo, a seleção e o conhecimento necessários em cada etapa.

Do cacau do Sul da Bahia às diferentes criações Haoma, existe uma jornada inteira antes da primeira mordida.

E conhecê-la é também uma nova forma de conhecer o chocolate!